Urnas Eleitorais

Inicial

  

 


Cofre de Pelouros - Brasil Colônia

Cofre com três fechaduras que guardava os pelouros com os nomes dos potenciais servidores. As chaves estavam em poder de pessoas diferentes, o que garantia que só com anuência unânime se poderia acessar seu conteúdo. Pelouros eram bolas de cera onde se colocavam o papel com os nomes dos candidatos que iriam servir por mandato de um ano.

 

 

 

 

 

 




Urna em Madeira Brasil Império 1822 - 1889

Suas principais característica são a abertura superior para depositar a cédula e o sistema de fechadura com três chaves imitando o antigo "Pelouro" – uma chave para o Juiz, outra para o Escrivão e a terceira para o Ministério Público.
Este modelo foi utilizada na época do Brasil - Império

 

 


 




Urna em madeira do ano de 1893

Urna com abertura superior para se depositar a cédula, com mecanismo de lacre em metal. Fechadura em metal na parte anterior, com uma chave do mesmo material.

 

 


 

 

 



Urna eleitoral de madeira datada do início do século XX

Urna com abertura superior, para se depositar a cédula, com mecanismo de lacre em latão. Duas tiras de latão contornando a urna para garantir solidez. Fechadura com 2 (duas) chaves em metal e lacre em latão pintado na cor preta sobreposto. Um sinal circunsférico com 0,5 cm de profundidade na parte superior da tampa e na parte anterior.

 


 

 

 

 



Urna de madeira do início do século XX

Urna de Votação, em madeira pintada, com uma fechadura em metal.
Este modelo marca o fim do modelo dos baús de madeira e como as anteriores tem fechadura em metal. Foi usada, possivelmente, nas eleições dos anos vinte e trinta do século XX.

 

 

 

 

 



Urna de votação de madeira nas eleições de 1932, 1934 e 1937

 Em formato de caixote, utilizada para recolher cédulas de votação nas eleições de 1932, 1934 e 1937. Com a redemocratização do País, a partir de 1945 (segunda fase da Justiça Eleitoral), voltou a ser utilizada, permanecendo até 1950. Este modelo marca o fim dos modelos de urnas em madeira fechadas por meio de chave.                              

 

 

 

 

Inicial

 




Urna de votação de ferro - década de 40

Alça nas laterais - uma tampa na parte superior com abertura para se colocar a cédula, com fechadura e uma outra sobreposta com dois mecanismos de lacre em suas laterais, ambas fixas e articuladas.

 

 



 

 

 

 



Urna de votação em lona branca

Possui uma tampa removível, em latão, na parte superior, com uma abertura para se colocar a cédula, sobreposta por outra em material flexível recoberto com o mesmo tecido do saco destinado a receber as cédulas. Uma argola em arame fixada na parte superior para facilitar o transporte. Armas da República pintadas em cores, em batique, nas cores nacionais, numa das faces do saco.

 

 

 

 


 

Urna de votação em lona ou nylon marrom - 1974

A parte superior em metal recoberto com lona marrom possui tampa removível pintada em verde, com fechadura e abertura para se colocar a cédula de votação, encimada por outra tampa que cobre a primeira recoberta por lona. A inferior, em material flexível recoberta com o mesmo tecido permite que a superior se encaixe possibilitando redução do volume e facilitando o transporte. As duas partes quando encaixadas são presas por articulações metálicas presas em duas laterais opostas que prendem também duas argolas, nas quais se fixam uma alça de lona, sendo que uma de suas extremidades é fixa.

Neste modelo foi modificado o sistema de fechamento, não utiliza mais alicate mas permanece com o sistema de lacre de chumbo, selado por meio de alicate.

Substituiu o modelo anterior a partir de 1974 e é utilizada até hoje, em caso de pane da urna eletrônica.


Inicial



UE 1996

No primeiro modelo da urna eletrônica, o teclado era do tipo membrana (as teclas não se moviam com a pressão dos dedos). O voto do eleitor era também impresso e coletado por meio de uma pequena urna plástica, situada atrás do equipamento.

Nas eleições de1996, foram utilizadas 77.469 urnas no Brasil, sendo 5.906 em Minas Gerais. 

 

 

 

 

 



UE 1998

O modelo da urna de 1996 foi adaptado para receber fones de ouvido, a fim de melhor atender às necessidades dos eleitores portadores de deficiência visual. O teclado do tipo membrana foi substituído por teclas em alto-relevo, de mais fácil manuseio pelo eleitor.

Nas eleições de1998, foram utilizadas 167.200 urnas no Brasil, sendo 15.839 em Minas Gerais. 

 

 

 


 



UE 2000

Este modelo de urna, confeccionado em material transparente, é uma curiosidade à parte, e teve o objetivo de permitir a visualização de seus componentes. O modelo não foi utilizado nas eleições.

Nas eleições de 2000, foram utilizadas 354.000 urnas no Brasil, sendo 40.854 em Minas Gerais.

 

 

 

 

 



UE 2002

Este modelo da urna possuía um módulo de impressão externa (MIE), por meio do qual o eleitor podia visualizar o voto digitado na urna.  O MIE foi adotado em apenas alguns municípios naquele ano. Nas eleições seguintes, não foi mais utilizado.

Nas eleições de 2002, foram utilizadas 406.000 urnas no Brasil, sendo 44.702 em Minas Gerais. 

 

 

 

 

 



 

UE 2004

Com poucas alterações físicas, este modelo ganhou uma memória interna ampliada, em relação ao modelo de 2002.

Nas eleições de 2004, foram utilizadas 406.000 urnas no Brasil, sendo 46.788 em Minas Gerais. 




 

 

 



UE 2006

O grande diferencial deste modelo está no microterminal dotado de leitor biométrico – dispositivo que permite a identificação do eleitor por sua impressão digital. Este modelo foi utilizado nas eleições de 2006 (sem a identificação biométrica) nos estados de Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Rondônia.

Nas eleições de 2006, foram utilizadas 381.000 urnas no Brasil, sendo 40.540 em Minas Gerais.

UE 2008

Substituição do sistema operacional VirtuOS e Windows CE de todas as urnas eletrônicas, pela versão de software livre Linux, desenvolvida pela equipe técnica do próprio Tribunal. O objetivo foi conferir mais transparência e confiabilidade à urna eletrônica e ao processo eleitoral. Já o leitor biométrico, não utilizado em 2006, foi testado nos municípios de Colorado do Oeste (RO), Fátima do Sul (MS) e São João Batista (SC).

Nas eleições de 2008, foram utilizadas 480.000 urnas no Brasil, sendo 42.126 em Minas Gerais

 

 

 

 

 

 

UE 2009

Embora tenham o leitor biométrico, nem todas as urnas novas foram utilizadas com a identificação pela digital nas eleições 2010. Elas foram fabricadas com esse dispositivo para que possam ser usadas em eleições futuras, já que a quantidade de eleitores que irão se identificar dessa forma aumentará gradualmente. A urna eletrônica modelo 2009 tem LCD colorido nos terminais do eleitor e do mesário, leitor de smartcard no terminal do mesário, memória USB (memória de resultado), em substituição ao disquete e novos requisitos relacionados à segurança do equipamento.

Foram produzidas 194.665 urnas modelo UE2009. Nas eleições 2010, foram utilizadas 480.000 urnas eletrônicas, sendo 51.000 em Minas Gerais.

UE 2010

As urnas modelos 2009, 2010 e 2011 são iguais. A única diferença é que a urna modelo 2011 apresenta chave ON/OFF (botão liga/desliga) que substitui o tambor e a chave Yale

Foram produzidas 117.835 urnas modelo UE2010

 

 

 

 



UE 2011

As urnas modelos 2009, 2010 e 2011 são iguais. A única diferença é que a urna modelo 2011 apresenta chave ON/OFF (botão liga/desliga) que substitui o tambor e a chave Yale.

Foram produzidas 35.000 urnas modelo UE2011. Nas eleições 2012, foram utilizadas 501.923 urnas eletrônicas, sendo 51.272 em Minas Gerais.